Do Shopping para o motel
Prazer de Compra, Prazer de Verdade
Segunda à tarde, eu estava tranquila, pensando: "Tenho que comprar umas coisinhas." Resultado: fui gastar no shopping. Resumindo, fui me mimar. AMOOOO… Fazer umas compras e uma terapia. É o meu ritual de recarregar as energias, sabe? Andar pelas vitrines, experimentar coisas novas, me sentir bem comigo mesma. Aquele prazer de encontrar uma peça que cai como uma luva, de sair da loja com aquela sacola na mão, de se olhar no espelho e pensar: "Ai, que delícia ser eu."
E foi exatamente aí, no meio desse momento só meu, que o celular vibrou.
Era uma mensagem no WhatsApp. O coração até acelerou quando vi o nome: Cadu, ou Carlos Eduardo, um cliente que tinha saído comigo há algumas semanas. A gente tinha tido uma química daquelas, dessas que ficam na memória. E ele queria marcar de novo.
A esposa estava viajando. E, segundo ele, já que a "dona onça" estava longe, o "alvará" de última hora permitia um encontro especial. Combinamos às 18h. Pensei: "Ai, que delícia. Vou ter tempo de me arrumar com calma."
Eu já tinha terminado minhas compras, então fui direto para casa me preparar. Banho caprichado, pele hidratada, aquele perfume que ele adora, cabelo solto do jeito que ele gosta. Cadu estava na região da Paulista e preferiu o Motel My Flowers — foi lá que nos encontramos pela primeira vez. Aquele lugar já tinha uma energia nossa, sabia? Um cantinho de memórias boas.
Chegamos quase ao mesmo tempo. Ele, como um bom cavalheiro que é, já estava com a chave e me mandou a foto dela. "Tô te esperando, gata." Oito minutos depois, eu já estava como vim ao mundo, diante dele, só com uma calcinha enfiada na bunda — do jeitinho que ele ama. Ele me olhou de cima a baixo, aquele olhar que devora, e disse:
— Meu Deus, como eu amo te ver assim.
E já começou a pegação ali mesmo, antes mesmo de eu entrar direito no quarto. Me puxou pela cintura, me colou no corpo dele, me beijou com fome. Aquele beijo que mistura saudade e desejo. A porta mal tinha fechado e a gente já estava perdido um no outro.
Começamos devagar, com ele me beijando por inteiro — pescoço, seios, barriga, até descer. Foi descendo, descendo, até chegar na minha ppk depiladinha. Caiu de boca sem pressa, me lambendo com aquela habilidade que me deixa louca. Eu já fiquei daquele jeitinho, completamente encharcada, as pernas tremendo, a mão agarrada no lençol. Ele sabe o que faz, e sabe que eu amo.
E eu não deixei por menos. Logo estava chupando ele, como ele adora — um oral bem babado, molhado, com aquela pressão na medida. Ele já estava em ponto de bala, respirando pesado, os olhos revirados. Aí ele pediu:
— Vem, gata. Senta em mim. Quero te sentir.
Peguei a camisinha, coloquei com calma, provocando. Sentei devagar, sentindo cada centímetro, cada pulsação. Ele soltou um gemido grave, quase um pedido de socorro. Comecei lentamente, num sobe e desce cadenciado, para depois intensificar o ritmo. Cavalguei com vontade, com aquele balanço que ele ama, a mão dele apertando minha cintura, me guiando.
Foram alguns minutos de puro êxtase. Suor, gemidos, aquele cheiro de pele e desejo. Até que ele pediu, meio sem fôlego:
— De quatro… me deixa te pegar de quatro…
Eu obedeci, me posicionei, empinei do jeitinho que ele gosta. Ele entrou devagar, segurou meu quadril e começou a bombar. Aí foi gol. Não resistiu. Encheu a camisinha de leitinho, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo. E eu gozei junto com ele, num daqueles orgasmos que fazem o corpo todo formigar.
Ficamos ali, suados, ofegantes, rindo um pro outro. Aquele silêncio gostoso de quem acabou de se entregar por completo. E eu pensando: "Comprei umas coisinhas, mas o melhor presente do dia foi esse."
Que delícia sempre rever o Cadu. A conexão, o carinho, a química… Tudo bate. E eu já estou aqui, torcendo para a Dona Onça viajar de novo. Porque, se depender de mim, esse "alvará" vai virar rotina. 😏

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